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SAÚDE

 

O consumo excessivo de sódio tem gerado diversas doenças e problemas de saúde na população, o que tem levado Governos, em todo mundo, a promover ações para a redução de sódio nos produtos industrializados, inclusive penalizando os que possuem teor mais elevado. No Brasil as ações ainda estão restritas a acordos voluntários, entretanto o Governo e a ANVISA estão estudando a adoção de leis semelhantes ao de outros países para promover a redução de sódio desejada, e os produtos Sabora poderão auxiliar as indústrias a atingirem estes objetivos.

 

ACORDOS DE REDUÇÃO DE SÓDIO

 

O Ministério da Saúde já estabeleceu diversos acordos com o setor industrial com o objetivo de provocar a redução de sódio em vários setores de alimentos industrializados. O último acordo firmado foi dia 13/06/17 que traça metas para a redução de sódio em pães, bisnaguinhas e massas instantâneas para serem alcançadas até o ano de 2022. O NaFree permite que as indústrias já possam alcançar estas metas, antecipando o objetivo do governo e da população.

 

SEMÁFORO NUTRICIONAL

 

As embalagens de alimentos no Brasil podem ganhar um sinal de alerta para o consumidor saber se está comprando sal ou açúcar em excesso, a proposta está em discussão na Anvisa. O intuito do Semáforo Nutricional é inserir nas embalagens símbolos como de um semáforo, onde o sinal vermelho indica alimentos que trazem mais riscos à saúde, ou seja, com alto índices de sódio, açúcar, carboidratos, etc. O símbolo amarelo é um alerta, e o verde é para alimentos que podem ser consumidos sem qualquer risco à saúde. A Anvisa está discutindo formas para simplificar as informações que aparecem nos rótulos e principalmente criar alertas para a presença de componentes que podem fazer mal à saúde, como sódio, açúcar e gordura saturada.

O Equador foi o primeiro país da América Latina a utilizar semáforo nutricional no sistema de rotulagem para alertar consumidores sobre teores de gordura, açúcar e sal, seguindo o mesmo modelo adotado no Reino Unido.

 A localização do semáforo no rótulo no Equador pode ser na frente ou atrás da embalagem do produto, ao contrário do Reino Unido, onde a rotulagem é obrigatoriamente frontal.

No Brasil, o Semáforo Nutricional está sendo discutido por representantes do governo, da indústria, da área de saúde e dos consumidores. A ideia é colocar o alerta na parte da frente do produto, usando símbolos simples e diretos. O sinal vermelho pode indicar que o alimento tem muito sódio, o amarelo que tem uma quantidade média, e o verde que tem pouco. A ABIA (Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação) se posicionou a favor da sinalização dos alimentos com as cores do semáforo, pois elas facilitam o entendimento sobre a quantidade de cada nutriente contido nos alimentos.

O NaFree está alinhado com as práticas do Semáforo Nutricional, contribuindo com a redução de sódio nos alimentos.

Fonte: https://globoplay.globo.com/v/6094896/

http://www.asbran.org.br/noticias.php?dsid=1223

 

MITOS SOBRE O SAL DO HIMALAIA

 

Atualmente o sal rosa do Himalaia é apresentado como uma opção saudável em substituição ao sal de cozinha, no entanto, estudos apontam que ele não pode ser considerado melhor que o sal comum. De acordo com informações da revista americana Time, não existem comprovações científicas dos reais benefícios deste sal.

Para o nutrólogo Celso Cukier, o sal rosa contém mais minerais que o branco, mas não o suficiente para oferecer benefícios. Isso porque a concentração é baixa e para fazer uma real diferença no funcionamento do organismo, seria preciso ingerir altas doses de sal, o que geraria um consumo exagerado de sódio.

Estudos da USP (Universidade de São Paulo) indicam que a diferença de sódio entre o sal comum e outros sais “gourmets”, como do himalaia, do Havaí, sal negro entre outros, é muito pequena. As pesquisadoras do Laboratório de Alimentos da USP constataram que “Em 1g de sal você tem 400 mg de sódio, no sal refinado. Nos gourmets, tem 312 mg, 360 mg, varia inclusive entre eles, mas não é abaixo de 300 mg”, explicou a pesquisadora Eliana Bistriche Giutini.

De acordo com Daniel Magnoni, cardiologista e nutrólogo do Hospital do Coração e do Hospital Dante Pazzanese de Cardiologia em São Paulo, a cor rosa do Himalaia e a falsa noção de que o sal do Himalaia possui maior pureza, levam o consumidor a escolhê-lo na hora das compras.

É importante atentar-se aos diversos tipos de sais disponíveis no mercado, eles podem ter diferentes tipos de cor e podem vir de várias partes do mundo, no entanto, o que deve ser considerado é a redução no teor de sódio que cada um deles apresenta.

Saiba mais sobre os mitos e verdades do Sal do Himalaia:

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2017/03/sal-gourmet-nao-e-mais-saudavel-do-que-o-comum-revela-pesquisa.html

https://boaforma.abril.com.br/dieta/sal-do-himalaia-nao-e-melhor-do-que-o-comum-diz-nutrologo/

http://veja.abril.com.br/saude/sal-rosa-do-himalaia-faz-mesmo-bem-para-a-saude/

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